Cerca de 50 embarcações estão afundadas nos mares paranaenses

Da Gazeta do povo.

Conheça a história de algumas delas...

Vapor São Paulo - Em 1868, um navio com cerca de 600 passageiros – a maior parte deles soldados feridos e médicos retornando da Guerra do Paraguai – se perdeu no nevoeiro próximo à praia de Caieiras, em Guaratuba. Capitaneado pelo oficial Jacinto Ribeiro do Amaral, também conhecido por ser marido da compositora Chiquinha Gonzaga, o navio encalhou e tombou. Apenas um dos passageiros, um soldado que já estava em condições críticas, morreu no naufrágio.

Cormorant -
O cruzador da Marinha Britânica perseguia navios negreiros no Litoral paranaense. Em junho de 1850, envolveu-se em uma batalha em frente à Ilha do Mel e foi atingido. O Cormorant não chegou a afundar, mas os navios Donna Ana e Sereia foram incendiados. O Donna Ana se encontra na direção da Praia do Miguel, na ilha. 

Dasland - O navio saía do Porto de Paranaguá em 1970 e se chocou com outra embarcação durante a madrugada. Para não atrapalhar o fluxo de navios que se dirigiam ao porto, o Daslan seguiu para um banco de areia, onde, em dez horas, encalhou e tombou.

Argentino -
Assim como o Vapor São Paulo e o Dasland, o Argentino afundou depois de se chocar com um banco de areia. A embarcação está em mar aberto, próximo ao Farol das Conchas, na Ilha do Mel.

Mataripe
- Navio carregado de munição bateu nas pedras e acabou afundando em frente à Praia Deserta, na Ilha de Superagüi.

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