9 MOTIVOS QUE TORNAM A ILHA DO MEL, NO PARANÁ, AINDA MAIS DOCE

Até o final do século 19, a Ilha do Mel era chamada de Ilha da Baleia, por causa de um de seus morros, que leva este nome até hoje. Mas, a partir daí, ninguém sabe explicar o motivo da troca de nomes, muito menos de onde ele veio. É certo que, na década de 1960, alguns nativos montaram pequenos apiários na ilha. Mas esta não pode ser a origem do nome, porque, antes disso, a ilha já era conhecida como Ilha do Mel. Tampouco faz muito sentido a hipótese de que ele venha da coloração amarelada da água, que seria “semelhante à dos favos”. O mais provável é que o nome “Mel” seja decorrência de um simples erro de grafia ou de uma típica adaptação brasileira de um nome estrangeiro: “Mel”, “farinha” em alemão, do trigo que famílias de origem germânicas radicadas em Curitiba tanto plantaram na ilha no passado, e, também, nome de um almirante que frequentou muito a ilha antes da Segunda Guerra Mundial — o que a deixou conhecida como “Ilha do Almirante Mel”. Faz bem mais sentido. Mas não é tão doce quanto o mel das abelhas.



 - Confira as melhores coisas da ilha

- O pé na areia o tempo todo, ou, no máximo, de sandálias havaianas

- O tamanho pra lá de generoso das praias, ainda mais nas marés baixas

- A cordialidade com os turistas, que sempre encontram atenção e ajuda

- A ausência de carros e de todo tipo de veículo que faça fumaça e barulho

- A proximidade com o continente, que fica apenas a meia hora de distância

- O permanente astral de surf camp que impera na ilha inteira

- A magia do farol e da gruta das Encantadas, que atrai todo mundo

- A deliciosa — e cada vez mais rara — combinação de natureza com beleza

- A simpatia dos nativos, que comprova que quem nasce na Ilha do Mel é um doce de pessoa


Fonte: Adetur
Fotos: Nosso Litoral
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Nosso Litoral

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